Papai Noel

•Dezembro 2, 2007 • Deixe um Comentário

Quando comecei a ouvir Punk uma das primeiras musicas que ouvi de “punk raivoso” foi este” Papai Noel, velho batuta” dos Garotos Podres. Esta banda é uma das mais importantes do Punk-Rock Brasileiro, a Banda nasceu em 1982 durante a ditadura Militar Brasileira. Os seus discos foram vendidos na Europa, e com Mata-Ratos fizeram uma Tour Europeia. Lançaram 8 discos e neste momento preparam o nono. Este video é dessa musica, mas interpretada pelos Tihuana, numa homenagem que eles fizeram no disco “aqui ou em qualquer lugar”

Papai Noel filho da puta
Rejeita os miseráveis
Eu quero mata-lo
Aquele porco capitalista
Presenteia os ricos
E cospe nos pobres
Presenteia os ricos
E cospe nos pobres
Papai Noel filho da puta
Rejeita os miseráveis
Eu quero mata-lo
Aquele porco capitalista
Presenteia os ricos
E cospe nos pobres

Presenteia os ricos
E cospe nos pobres
Pobres
Pobres

Mas nos vamos sequestrá lo
E vamos mata-lo
Por que?

Aqui não existe natal
Aqui não existe natal
Aqui não existe natal
Aqui não existe natal

Por que?

Papai noel filho da puta
Rejeita os miseráveis
Eu quero mata-lo
Aquele porco capitalista
Presenteia os ricos
E cospe nos pobres
Presenteia os ricos

Adrianita

•Novembro 26, 2007 • 1 Comentário

sou um profundo amante da musica da Adriana Calcanhoto, e tem uma que adoro, que é muito bonita, e faz parte do Cd Adriana Partimpim que é extraordinário e que apesar de já ter uns anitos me dá sempre vontade de ouvir.

Ciranda de Bailarina, letra do Chico (o Buarque) e o videoclipe pelos estudantes duma escola de Publicidade no Brasil.

Procurando bem
Todo mundo tem pereba
Marca de bexiga ou vacina
E tem piriri, tem lombriga, tem ameba
Só a bailarina que não tem
E não tem coceira
Berruga nem frieira
Nem falta de maneira
Ela não tem

Futucando bem
Todo mundo tem piolho
Ou tem cheiro de creolina
Todo mundo tem um irmão meio zarolho
Só a bailarina que não tem
Nem unha encardida
Nem dente com comida
Nem casca de ferida
Ela não tem

Não livra ninguém
Todo mundo tem remela
Quando acorda às seis da matina
Teve escarlatina
Ou tem febre amarela
Só a bailarina que não tem
Medo de subir, gente
Medo de cair, gente
Medo de vertigem
Quem não tem

Confessando bem
Todo mundo faz pecado
Logo assim que a missa termina
Todo mundo tem um primeiro namorado
Só a bailarina que não tem
Sujo atrás da orelha
Bigode de groselha
Calcinha um pouco velha
Ela não tem

O padre também
Pode até ficar vermelho
Se o vento levanta a batina
Reparando bem, todo mundo tem pentelho
Só a bailarina que não tem
Sala sem mobília
Goteira na vasilha
Problema na família
Quem não tem

Procurando bem
Todo mundo tem…

tal…

•Novembro 21, 2007 • Deixe um Comentário

Chovia, e ela pé ante pé subia a longa escadaria que dava acesso aos quartos, de sapatos na mão evitava fazer barulhos, encostada ao corrimão que lhe servia de guia na noite escura. As suas curvas desdenhavam da gravidade, a mini-saia de ganga dava-lhe a idade que não era mais a sua, o baton já tinha quedado aos encantos do copo de vidro e aos lábios carnudos de outro alguem. Ela continuava, seguia a sua rota rompendo pela escuridão, tornando-se na própria escuridão. As pernas cansadas de quem tinha dançado toda a noite, já sucumbiam aos degraus, o alcool já lhe desviava a rota, encostada às paredes que sempre conheceu segue até à porta do fundo. Entra, despe o casaco e logo de seguida a camisola que lhe desvenda os seios, redondos, brancos de uma mulher de 19 anos, tira a saia e veste o pijama, enrosca-se na cama, a pele de mulher fica espalhada no chão e ela torna-se de novo menina.

Fernando Terra… Tschuss

•Novembro 20, 2007 • 1 Comentário

Hoje quando fazia Zapping descobri este moço naquele programa da tarde da Sic e adorei a musica do senhor. Chama-se Tschuss, é uma forma gira (e brasileira) de brincar com as palavras, feitas por Fernando Terra, um Brasileiro em Portugal, que organiza ainda o Musidanças

Às vezes sofro mais que um judeu na Deutschland
Às vezes brinco mais que um bebé na Disneyland
Às vezes choro de morrer de rir pra não chorar e digo adeus!
Tschüss…
Auf Wiedersehen… Tschüss…
Au revoir!

Quando fui à Pamplona eu não vi parangolé
Eu visitei Paris e não subi na Torre “Eifé”
Eu rezo pra Maria e agradeço à São José e digo adeus!
Tschüss…
Auf Wiedersehen… Tschüss…
Au revoir!!

Tem gente se matando por causa de Pão-de-ló
O ouro vale prata e minha prata vale pó
O leite de girafa é o melhor pro Roqueford
Que nojo! Adeus!
Tschüss…
Auf Wiedersehen… Tschüss…
Au revoir!!

Minha mãe sempre falou que eu fizesse medicina
Meu pai sempre pensou que eu cheirava cocaína
Meu carro nunca andou, também não tinha gasolina e eu tô a pé
Tschüss…
Auf Wiedersehen… Tschüss…
Au revoir!!

Je ne parle pas de tous
Yo non hablo “nada”

Yo solo hablo adiós, tschüss
Auf Wiedersehen, tschüss,
Au revoir, tshcüss!
Ciao, tschüss,
Namasté, Gülle gülle, au revoir, tschüss

Para quem quiser ouvir

Dantes…

•Novembro 15, 2007 • 3 comentários

Ando numa fase em que parece que nunca tenho tempo, durante a semana escapa, mas ao fim-de-semana parece que o tempo se esgota, que no fim do dia (ou da noite) falta sempre um bocadinho para se fazer. Aqui fica uma musica que explica isso, e bem…

*podia meter aqui o concerto do rock in Rio, mas xutos no coliseu pela primeira vez estavam demais.

Dantes o tempo corria lento meu
Dantes, matava-se o tempo teu
Fumava-se um cigarro
Matava-se o tempo
Bebia mais um copo
Matava-se o tempo
Segurava paredes
Matava-se o tempo
Poliam-se calçadas
Matava-se o tempo
Dantes o tempo corria lento meu
Dantes, matava-se o tempo teu
Mas tudo isto passou
Foi o tempo que me matou!
Dantes o tempo corria lento meu
Dantes matava-se o tempo teu
Fazia-se um curso belo
Dentro do tempo
Fazia-se um namoro
Tudo a seu tempo
Arranjava-se casa
Ao mesmo tempo
Fazia-se uma vida
Dentro do tempo
Dantes o tempo corria lento meu
Dantes matava-se o tempo
Mas tudo isto passou
Foi o tempo que me matou!

Agora para ouvidos pouco sensíveis, o Grande Cabeleira a mostrar porque raios é que toca guitarra

Já agora aconselho a procurarem mais vídeos do concerto de XV anos dos Xutos.

Às vezes…

•Novembro 14, 2007 • Deixe um Comentário

Às vezes pensamos que vamos salvar o mundo, às vezes nem é bem salvar o mundo, é apenas ajudar alguem, uma unica pessoa de quem gostamos como irmãos. Às vezes falhamos, fazemos de um tiro de paz uma terceira guerra mundial, de um objectivo sincero de ajuda um grande problema. Às vezes pensamos que a opção certa é aquela, e acabamos por errar o caminho e percorrer muitos quilometros. Às vezes pensamos ter jogado a carta certa, mas perdemos tudo. Não era esse o objectivo, não queria falhar o tiro, não queria ter errado o caminho nem falhado a jogada. Desculpa…

Coisas que nos fazem sentir bem…

•Outubro 29, 2007 • 3 comentários

Há coisas que às vezes nos fazem sentir bem, uma delas tem sido o anuncio da Sociedade ponto verde. Com pedidos destes quem não corre a ir meter tudo nos ecopontos